segunda-feira, 11 de junho de 2018

Porque não consigo me comprometer?

Acho que muitos de nós temos problemas com o comprometimento.

Desde que terminei meu último relacionamento em Dezembro de 2016 não fiquei mais em nenhuma relação duradoura e sinceramente não entendia o porquê.

Eu seguia todas as regras que julgava certas, como se abrir ao relacionamento, me doar, ser engraçado, participativo, criativo, mas ou as pessoas terminavam comigo ou eu com elas.

Confesso que poucas vezes terminei - geralmente porque achava que não estavam na mesma vibe que eu e achava isso desrespeitoso comigo mesmo.

Outras vezes - a maior parte - terminavam comigo e pelos motivos mais aleatórios do mundo.

Entendi que tudo era sobre comprometimento.

No fundo, temos medo de que, ao ficar firme com alguém, percamos a oportunidade de nos divertir: sair sozinhos, com amigos, pegar uma balada, ter momentos a sós (vendo Netflix, por exemplo) etc.

Eu sei que podemos fazer isso acompanhado. Ou não.

Talvez sejamos imaturos e esse medo de nos relacionar apenas com uma pessoa seja incapacidade de evoluir.

Mas sabe o que? Já existe solução para isso, Brasil!

O bom e velho "Relacionamento Aberto" e o "Poliamor" vem salvando a vida de muita gente, mas no fim das contas, precisamos nos comprometer com nós mesmos. Para que não nos sabotemos, fingindo gostar de algo só para que acreditemos que está tudo bem, quando na verdade é medo de encarar a vida como ela é.


quinta-feira, 13 de abril de 2017

13 Reasons Why



“Hoje estou usando lingerie preta
Apenas pelo propósito de saber que as estou usando.
E debaixo disso?
Estou absolutamente nua.
E tenho pele. Milhas e milhas de pele.
Tenho pele para cobrir todos meus pensamentos
como um embrulho plástico que você pode ver através dele
as sobras da noite passada que estão dentro.
E apesar do que você possa pensar, minha pele não é áspera; nem à prova de balas.
Minha pele é macia, e lisa, e facilmente lacerada.
Mas isso não importa, certo?
Você não liga para quanto minha pele é macia.
Você só quer saber o que meus dedos fazem no escuro.
Mas e se tudo que eles fizerem for abrir janelas?
Para que eu possa ver os relâmpagos através das nuvens.
E se tudo que eles anseiam for um trepa-trepa para escalar para sentir o gosto do ar fresco?
E se tudo que eles alcançam é um caderno ou uma mão para segurar?
Mas essa não é a história que você quer.
Você está lambendo os lábios e rangendo os dentes.
Por pelo menos uma vez eu gostaria de ser a direção que alguém caminha.
Eu não quero ser a água na fonte.
Eu não quero ser a fonte.
Mas eu gostaria de não ser mais o chão.
Eu gostaria de não ser a coisa que as pessoas enfiam a mão.
Algumas garotas sabem todas as letras para as músicas uma da outra.
Elas encontram harmonia em suas risadas.
Seus cotovelos conectados ecoam no tom.
E se eu não conseguir cantarolar no ritmo?
E se minhas melodias são aquelas que ninguém ouve?
Algumas pessoas podem reconhecer uma árvore,
um jardim da frente, e saber que chegaram em casa.
Em quantos círculos eu posso andar antes de desistir de procurar?
Quanto tempo até eu me perder de vez?
Deve ser possível nadar no oceano da pessoa que você ama sem se afogar.
Deve ser possível nadar sem você mesmo se transformar em água.
Mas eu continuo engolindo o que eu pensava ser ar.
Eu continuo encontrando pedras amarradas a meus pés.”

— Hannah Baker, 13 Reasons Why

sábado, 21 de janeiro de 2017

Fuga

Fuga, em uma definição bem simples, é fugir mesmo. É sair feito doido de um lugar. A questão é, estamos fugindo de quê e pra onde?




Analisando o ser humano que eu mais conheço (eu), observo que o homem, em momentos de conflito, pode encarar o/os problema/s ou fugir.



Voltando à fuga, muitas vezes parece que gostamos da sensação de perigo, da agonia de não saber o que fazer. Meu amigo, procure um terapeuta!

Esta semana voltei a fazer análise. Sim, ANÁLISE. o tal do psicólogo morreu de ler Freud pra ajudar a gente a se entender melhor. Por mais que eu concorde que Deus nos cura dos nossos traumas, acredito que precisamos participar disso, não jogar tudo na mão dele, sem se esforçar para que nada mude.





Minhas idas ao analista estão me fazendo refletir sobre o quão perdido estamos em nós mesmos e que se acordarmos pra Jesus, vamos dar uma reviravolta na vida.

Outro dia, enquanto dava aula para um grupo de Adolescentes da minha igreja, falei que a decisão do aborto na adolescência nasce no fica. É como conduzimos a situação no início que vai definir quais frutos colheremos. Se eu sou permissiva com minha namorada e faço sexo sem camisinha, estou tomando uma decisão ali. Depois, terei que tomar outra decisão junto com ela: o que faremos com o bebê...



Não estou aqui para dar lição de moral. Sei que fugir nem sempre é fácil, que dirá enfrentar os problemas.

Mas a questão é: nós conseguiremos!


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Começa a Brilhar | Ana Paula Valadão Bessa | Álbum Imersão

Eu ainda me lembro quando você deixou de acreditar
Eu ainda me lembro quando você deixou de sonhar
Eu ainda me lembro do dia, da porta e do lugar.

Mentiras, mentiras, mentiras, mentiras!
Te fizeram duvidar.

Sofismas, sofismas, sofismas, sofismas!
Te fizeram murchar.

Eu chamo outra vez o brilho dos teus olhos.
Eu chamo outra vez o brilho os sonhos, os sonhos...
Os sonhos começam a voltar.

Pode sentir o borbulhar?
Pode sentir o borbulhar do meu espírito dentro de você?

Não, eu não iria deixar!
Minha amada secar. Minha Vinha, minha plantação.
Eu mesmo coloquei dentro de você dons.
Um chamado eu soprei dentro de você.

Vem, vem, vem vem!

Começa a brilhar.
Começa a brilhar outra vez.

Vem para fora!
Outra vez. Vem! Resplandece!
Vem, vem vem!
Começa a Brilhar,
Começa a brilhar outra vez.

Das profundezas eu te chamo, vem, vem, vem, vem, vem!

Começa a brilhar,
Começa a brilhar outra vez!

Vem, vem para mim!
Vem para os braços, vem!

sábado, 8 de outubro de 2016

Lágrimas nos tênis

Estou surpreso de estar escrevendo com tão pouco tempo.

É que tive uma experiência linda hoje com os adolescentes da minha igreja.

Quem me conhece sabe que eu sou muito intenso em tudo o que faço. Trabalho, amizades... e com Deus não é diferente.

O Fabrício levou um ensinamento sobre a Palavra e convidou aos que tinham dificuldades de se perdoarem a irem na frente. Enquanto orávamos pelos adolescentes, Deus me trouxe uma palavra para um garoto que eu não conhecia.

Deus me fez falar para ele que Deus o amava muito, que não havia pecado maior que a Cruz e que ele devia se perdoar. Que o orgulho o atrapalhava nisso, pois, se Deus, que é Santo o perdoava, quem era ele para fazer o contrário? Então orei sobre o amor de Deus sobre as "cicatrizes do coração e da alma". Neste momento senti as gotas de lágrimas caindo sobre o meu tênis.

Ainda em oração, abracei o rapaz e falei que ele era precioso para Deus. Que o Pai o aceitava como ele estava. Foi forte, sabe? Só pude orar por ele - entre os que foram à frente. Gastei tempo com ele, pois é isso o que Deus faz, Ele gasta tempo conosco.

Pude orar por outro rapaz, um skatista da nossa igreja e mais uma vez as lágrimas vieram.

Sou feliz por essas palavras e por aquilo o que Deus está fazendo com nossos adolescentes.

Estamos ensinando princípios poderosos para eles e creio que isso os tornará melhores homens e mulheres.

Ser canal é uma honra pra mim.


Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. 2 Co. 4:7.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Meus Novos Vizinhos

Sim, me mudei!

Mas para dentro do mesmo condomínio.

Os grandes motivos eram 2:

Motivo 1: Eu não tinha espaço para ter um cachorro;
Motivo 2: O Ap era tão pequeno, que eu andava de lado.

Deus me mandou dois anjos para me ajudarem com tudo.

Quando os anjos voltaram para o céu de onde vieram, me percebi conhecendo a vizinhança.


Mal conheço os meus vizinhos, mas só de observar, fico encantado.

Existe uma senhora no meu prédio que possui muitos gatos e cachorros e que reclama das pessoas que usam os quartos e deixam a luz acesa. Ela é muito clássica - até nos carões, são do tempo que eu era criança e minha avó brigava com minhas tias.


No mesmo andar, no outro bloco, duas mulheres dividem a casa com um homem branco. Creio que ele se relaciona afetivamente com apenas uma delas.

Tem dois velhinhos em dois outros apartamentos. Eles sempre estão sem camisa e sempre passeando pela casa.

Há um casal fitness que possuem um bebê. A janela deles é distante, mas sempre os vejo com o bebê.

Por fim, minha observação para fora do apartamento se encerra em um gato branco, todo peludo e gordo, extremamente lindo.

Em geral há muito silêncio por aqui. Mas isso durará pouco tempo.

Meu filhote está chegando!


sábado, 16 de julho de 2016

Como sair de uma bad!

Outro dia pensei em voltar a escrever. Sempre quero, mas kd o tempo? Olha ele aqui!!!!


Conversei com um amigo outro dia sobre as tão famosas bad's.



Falávamos sobre como isso deixa essas pessoas mal e ele disse que eu devia saber, porque vivia de bad em bad.

O quê?????


Não lembro de ter dado tanta liberdade a esse amigo, mas tudo bem. Fiquei surpreso que ele pensasse isso de mim, pois eu considerava bad igual a pré-depressão.

Bad = ruim, precário, negativo.

É também uma música do Michael Jackson.



Preocupado então com esse sentimentinho, que invade a gente e nos faz ouvir Damien Rice ou Ed Sheeran enquanto olhamos pela janela do ônibus, resolvi escrever.


O Fato é que todos nós ficamos tristes de vez em quando e o ideal é resolver da melhor maneira possível.

Dica: usar uma droguinha, comer doce, um sexo casual, sorvete ou se agredir (tudo isso junto ou separado) não resolve. Só intensifica a dor.


Talvez o melhor seja se questionar de onde vem esse sentimento e procurar resolver. Estar com alguém que você ame (ou que te ame) (Ou os dois, que você a ame e ela te ame de volta), seja o melhor.

Faça coisas criativas, que te façam se sentir bem.

Não se entregue à bad!